
SORTEIO DAS RIFAS – TAIZÉ
No seguimento do sorteio das rifas para a visita à Comunidade Ecuménica de Taizé dos alunos dos 11.º e 12.º anos de EMRC, que teve lugar de 18 a 26 de fevereiro, divulgam-se os resultados:
1º prémio – 64302
2º prémio – 04796
3º prémio – 41603
4º prémio – 66231
Um agradecimento à Comunidade Educativa pelas ajudas prestadas na venda e compra de rifas, permitindo assim que alguns dos nossos alunos tivessem participado nesta semana tão importante.
O prof. de EMRC – Carlos Sales

Inauguração do GIAAHoje, dia 13 de março, foi inaugurado/divulgado o GIAA (Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno), que irá funcionar, presencialmente, na sala 10 da ESFRoV. Esta divulgação contou com a presença da equipa do referido gabinete (Psicólogas, Enfermeiras e Médica).
Recorre a nós, estamos cá para ti!
A nossa Escola foi eleita!
No dia 07 de março, decorreu a Sessão Distrital do Parlamento dos Jovens (secundário), no Instituto Politécnico de Viseu, momento em que os deputados representantes das várias escolas do distrito esgrimiram argumentos em defesa dos seus projetos de recomendação. Na mesma sessão, foram eleitas as escolas que seguirão para a Sessão Nacional, a realizar em maio, na Assembleia da República.
É com imenso orgulho e prazer que informamos a comunidade educativa que o nosso Agrupamento foi um dos eleitos para representar o círculo eleitoral de Viseu, na Sessão Nacional, que, relembramos, decorrerá nos dias 29 e 30 de maio, na Assembleia da República.
O Bernardo Girão, do 11º D, a Matilde Esteves e a Mafalda Albuquerque, ambas do 11.º A, representaram brilhantemente a nossa escola e cooperaram ativamente na defesa das medidas que propuseram.
Têm, agora, a árdua tarefa de representar o Agrupamento na Sessão Nacional. Parabéns aos três!
O Coordenador do Parlamento dos Jovens (secundário)
Prof. Alexandre Marques
DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 8 DE MARÇO
Quero hoje enviar um abraço de gratidão a todas as mulheres que trabalham neste Agrupamento e que aqui têm dedicado a sua vida ao serviço das crianças e jovens que nos são confiados para a nobre tarefa da educação escolar.
Num dia ligado, desde o início do século XX (1909) a uma necessidade sentida em grupos de protesto pelo melhoria de condições de vida e trabalho das mulheres, este foi sempre ligado a grupos de intervenção social e cívica que alcançaram notoriedade por se revoltarem e manifestarem publicamente contra a pobreza, a desigualdade social e política e a exploração de todo o tipo a que sempre foram sujeitas as mulheres ao longo de séculos. As mulheres conquistaram muitos direitos e hoje, nos regimes democráticos, parecem ter atingido patamares de realização pessoal e profissional impensáveis, por exemplo, antes da Revolução dos Cravos. Mas há ainda muitos campos, mais subtis, como a vida familiar, os concursos públicos, as profissões em que a maioria são mulheres, para dar três exemplos concretos, onde toda a sociedade consente com condições de desigualdade na retribuição, na seleção e na divisão do trabalho.
Esta luta por um mundo mais justo para todos, infelizmente, tem estado associada ao pensamento da extrema esquerda na Europa, o que levou outras parcelas da sociedade a não se identificarem com as reivindicações que eram justas e as mudanças mais que necessárias. Foi essa falta de atenção das elites sociais instaladas que levou a mudanças de regimes políticos, por exemplo, ao sucesso da revolução russa de 1917, com graves consequências para a história do mundo e que ainda se sentem, hoje, em tantos países. Deste modo, se percebe que o mal só pode gerar o mal.
Sendo assim, neste dia em que somos todos chamados a pensar de que modo podemos contribuir para melhorar o nosso pequeno mundo, o mundo das nossas relações pessoais, sociais e familiares, vejamos a partir da nossa casa, como podemos ser mais justos, mais corresponsáveis, mais acolhedores, mais promotores de concórdia e de paz, a tomar a iniciativa de libertar alguém de mais um esforço, a tornar a vida menos pesada aos outros, dispostos sempre a criar o melhor ambiente uns para os outros. Tenho a certeza que procedendo assim teremos cumprido grande parte das reivindicações associadas a este dia.
Feliz Dia Internacional da Mulher.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora do Agrupamento de Escolas de Sátão,

Ciência e não ciência: a importância do erro
Carlos Fiolhais, professor jubilado de física, fundador e ex-diretor do Rómulo - Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra, e reconhecido comunicador de ciência, foi o convidado do grupo de Filosofia para dinamizar uma palestra sob o título “O que é e o que não é ciência: a importância do erro”, dirigida aos alunos do 11º ano (turmas A, B e D).
O problema da distinção entre o que é científico e o que não é científico, em particular o pseudocientífico, ameaçador para a credibilidade da ciência, é antigo. Na filosofia da ciência, deve-se ao filósofo da ciência austríaco Karl Popper (1902-1994) a sua designação de «problema da demarcação». Para Popper, frisou o professor Carlos Fiolhais no início da sua comunicação, é a falsificabilidade que distingue as teorias científicas daquelas que, embora se possam arrogar de científicas, não o são verdadeiramente, como a astrologia, a alquimia, ou a homeopatia, por exemplo.
Contactos e moradas das Escolas do Ensino Secundário do Agrupamento.
Contactos e moradas das Escolas do 3º Ciclo do Agrupamento.
Contactos e moradas das Escolas do 2º Ciclo do Agrupamento.
Contactos e moradas das Escolas do 1º Ciclo do Agrupamento.
Contactos e moradas do Agrupamento.
A Associação EPIS – Empresários Pela Inclusão Social foi criada em 2006 por empresários e gestores portugueses, na sequência de uma convocatória à sociedade civil feita pelo Presidente da República, no seu primeiro discurso do 25 de Abril, proferido na Assembleia da República.
A EPIS escolheu a Educação como forma de concretização da sua missão principal de promoção da inclusão social em Portugal. Com este foco, tem desenvolvido os seus projetos de intervenção cívica na área do combate ao insucesso e ao abandono escolares, com particular atenção à capacitação de jovens em risco que frequentam o 1º, 2º e 3º Ciclos de escolaridade e à disseminação de boas práticas de gestão nas escolas, com base numa metodologia de capacitação dos jovens e das suas famílias.
Esta metodologia tem vindo a ser testada, desde 2007/2008, em várias escolas a nível nacional numa parceria com o Ministério da Educação, as autarquias, as escolas, o Instituto de Educação e Formação Profissional (IEFP), os Governos Regionais dos Açores e Madeira e as empresas locais, contando com uma equipa de cerca de 104 Mediadores com formação especializada.
A metodologia EPIS foi escolhida, entre várias, para ser o modelo conceptual de referência a seguir pelo projeto “RESLEA – Reducing Early School Leaving” (com parceiros da Alemanha, Reino Unido, Hungria e Eslovénia) e “RECIPE – Regional Education Centres in Pedagogical Europe” (com parceiros da Irlanda, Noruega, Dinamarca e Grécia) programas europeus que pretendem identificar boas práticas de combate ao abandono escolar precoce.
Em Sátão, o Projeto EPIS está implementado em 3 escolas desde o ano letivo transato: Escola Secundária com 3º Ciclo Frei Rosa Viterbo, Escola Básica Ferreira Lapa e a Escola Básica Integrada de Ferreira de Aves, intervindo com cerca de 70 alunos.
