Calendário Escolar
Face à interrupção das atividades educativas e letivas (entre 22 de janeiro e 5 de fevereiro) e à retoma das atividades letivas em regime não presencial (a partir de 8 de fevereiro), o calendário escolar sofreu alterações, através de despacho do Ministério da Educação, permitindo recuperar os 11 dias úteis da atual pausa letiva.
Calendário das provas de aferição, das provas finais de ciclo e dos Exames Nacionais
Alterações decorrentes do Despacho n.º 1689-A/2021 de 12 de fevereiro
Calendário das provas de aferição do Ensino Básico – 2º , 5º e 8º anos
Calendário das provas finais de ciclo – 9º ano (1ª e 2ª fases)
Calendário dos Exames Nacionais – Ensino Secundário 1ª Fase 2ª Fase
Dia Internacional da Língua Materna – 21 de fevereiro
Há dados que nos permitem dizer que existem cerca de 7000 línguas em todo o planeta, contudouma grande parte dessas línguas estão ameaçadas de extinção, correndo o risco de vir a desaparecer.
Sabe-se que apenas algumas centenas de idiomas receberam genuinamente um lugar nos sistemas educacionais e no domínio público, e menos de uma centena são usados no mundo digital.
O Dia Internacional da Língua Materna celebra-se, anualmente, a 21 de fevereiro e tem como objetivo primordial promover, preservar e proteger todas as línguas faladas pelos povos em todo o mundo.
Este dia foi proclamado pela UNESCO em 1999, sendo comemorado em todos os seus países membros.
A escolha do dia 21 de fevereiro para comemorar o Dia Internacional da Língua Materna serve para lembrar a todos os que habitam o nosso planeta da tragédia que ocorreu em fevereiro de 1952, na cidade de Daca, no Bangladesh. Nessa ocasião, vários estudantes foram mortos pela polícia enquanto protestavam pelo reconhecimento da sua língua - o bengalês - como um dos dois idiomas oficiais do então Paquistão.
Sendo as línguas, com as suas implicações complexas para a identidade, comunicação, integração social, educação e desenvolvimento, de importância estratégica para as pessoas e para o planeta, há que preservá-las e promover o seu uso de forma a que se criem oportunidades para avivar tradições, memórias, modos únicos de pensamento e expressão, como recursos valiosos que garantam um futuro melhor.
As línguas são dos instrumentos mais poderosos para preservar e desenvolver o nosso património tangível e intangível. Qualquer movimento que sirva para promover a disseminação das línguas maternas servirá para encorajar a diversidade linguística e a educação multilíngue, assim como para desenvolver uma consciência mais plena das tradições linguísticas e culturais em todo o mundo e para inspirar a solidariedade baseada na compreensão, tolerância e diálogo.
Também, nas nossas escolas, a língua materna é um instrumento facilitador da inclusão e, por esses motivos, devemos estar capacitados para o desenvolvimento de ações conducentes a uma melhor utilização e promoção da nossa língua materna e das línguas maternas que vão entrando no nosso quotidiano.
Com o decorrer dos anos, e devido a contextos que vão surgindo, há cada vez mais movimentos de populações o que vem mostrar-nos a importância da aprendizagem de línguas desde muito cedo.
O dia 21 de fevereiro serve, também, para nos recordar de que a nossa língua materna, o português, tem um lugar muito relevante no panorama mundial, ocupando a sexta posição na lista das línguas mais faladas em todo o mundo.
Por ocupar um lugar de destaque a nível mundial mas, sobretudo, por ser a nossa língua, aquela que dá voz aos nossos sentires, às nossas saudades, aos nossos desejos vamos, desde já, tratá-la como ela merece, usando-a sem parcimónia e com correção.
Deixamos-te aqui uma imagem e uma lista das línguas mais faladas pelo mundo…
1. Mandarim (chinês) (falantes – 885 milhões): Brunei, Camboja, China, Indonésia, Malásia, Mongólia, Filipinas, Singapura, África do Sul, Taiwan, Tailândia
2. Espanhol (castelhano) (falantes – 332 milhões): Andorra, Argentina, Belize, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiné Equatorial, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Espanha, Uruguai, Estados Unidos, Venezuela
3. Inglês (falantes – 189 milhões): Austrália, Botsuana, Brunei, Camarões, Canadá, Eritreia, Etiópia, Ilhas Fiji, Gâmbia, Guiana, Índia, Irlanda, Israel, Lesoto, Libéria, Malásia, Micronésia, Namíbia, Nauru, Nova Zelândia, Palau, Papua-Nova Guiné, Samoa, Seychelles, Serra Leoa, Singapura, Ilhas Salomão, Somália, África do Sul, Suriname, Suíça, Tonga, Reino Unido, Estados Unidos, Vanuatu, Zimbabué e diversas ilhas das Caraíbas
4. Bengali (falantes – 189 milhões): Bangladesh, Índia, Singapura
5. Hindi (falantes – 182 milhões): Índia, Nepal, Singapura, África do Sul, Uganda
6. Português(falantes − 170 milhões): Angola, Brasil, Cabo Verde, França, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor
7. Russo (falantes – 170 milhões): China, Israel, Mongólia, Rússia, Estados Unidos
8. Japonês (falantes – 125 milhões): Japão, Singapura, Taiwan
9. Alemão (falantes – 98 milhões): Áustria, Bélgica, Bolívia, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Hungria, Itália, Cazaquistão, Liechtenstein, Luxemburgo, Paraguai, Polónia, Roménia, Eslováquia, Suíça
10. Chinês (falantes – 77,2 milhões): China
Profª Rosa Quinteiro
Contactos e moradas das Escolas do Ensino Secundário do Agrupamento.
Contactos e moradas das Escolas do 3º Ciclo do Agrupamento.
Contactos e moradas das Escolas do 2º Ciclo do Agrupamento.
Contactos e moradas das Escolas do 1º Ciclo do Agrupamento.
Contactos e moradas do Agrupamento.
A Associação EPIS – Empresários Pela Inclusão Social foi criada em 2006 por empresários e gestores portugueses, na sequência de uma convocatória à sociedade civil feita pelo Presidente da República, no seu primeiro discurso do 25 de Abril, proferido na Assembleia da República.
A EPIS escolheu a Educação como forma de concretização da sua missão principal de promoção da inclusão social em Portugal. Com este foco, tem desenvolvido os seus projetos de intervenção cívica na área do combate ao insucesso e ao abandono escolares, com particular atenção à capacitação de jovens em risco que frequentam o 1º, 2º e 3º Ciclos de escolaridade e à disseminação de boas práticas de gestão nas escolas, com base numa metodologia de capacitação dos jovens e das suas famílias.
Esta metodologia tem vindo a ser testada, desde 2007/2008, em várias escolas a nível nacional numa parceria com o Ministério da Educação, as autarquias, as escolas, o Instituto de Educação e Formação Profissional (IEFP), os Governos Regionais dos Açores e Madeira e as empresas locais, contando com uma equipa de cerca de 104 Mediadores com formação especializada.
A metodologia EPIS foi escolhida, entre várias, para ser o modelo conceptual de referência a seguir pelo projeto “RESLEA – Reducing Early School Leaving” (com parceiros da Alemanha, Reino Unido, Hungria e Eslovénia) e “RECIPE – Regional Education Centres in Pedagogical Europe” (com parceiros da Irlanda, Noruega, Dinamarca e Grécia) programas europeus que pretendem identificar boas práticas de combate ao abandono escolar precoce.
Em Sátão, o Projeto EPIS está implementado em 3 escolas desde o ano letivo transato: Escola Secundária com 3º Ciclo Frei Rosa Viterbo, Escola Básica Ferreira Lapa e a Escola Básica Integrada de Ferreira de Aves, intervindo com cerca de 70 alunos.
